01/09/2017

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MC Guimê afirma sofrer preconceito em Alphaville


Foto: Reprodução


Se locomovendo com sua Lange Rover pelas ruas de São Paulo, MC Guimê, é o nome de um daqueles gigantes do funk ostentação, mora em um dos maiores condomínios de luxo do país, localizado em Alphaville, reclusão dos ricos e famosos dessa cidade que não dorme.
Ao sair da favela e mudar tão radicalmente de vida, o funkeiro não se vê livre ainda dos preconceitos:


"Enfrentar preconceito eu já enfrentei muito. Não só no condomínio onde eu moro, mas em aviões, aeroportos, e como dizem, em lugares de ricos. Às vezes eu vou num restaurante chique e percebo que a outra mesa não esta te olhando com carinho, mas pensando o que eu estou fazendo ali, cheio de tatuagem", explica.

O MC relembra também que quando tinha 15 anos e era pobre, sofria igualmente a descriminação, confessa ter sido tratado com desdém:

"Quando eu  morava em Osasco (SP) e precisava andar de ônibus, eu não era tratado como humano", relembra, apesar de perceber que as mesmas pessoas que o tratavam mal antes da fama, "milagrosamente" passaram a tratá-lo com respeito após o sucesso.

Hoje em dia ele foca na carreira, gera empregos, não se mete em polêmicas (como por exemplo ao falar abertamente sobre legalização de drogas, mesmo deixando claro ser a favor da discriminação da maconha) e como o próprio funk diz, "vida que segue".

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